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Gestores, secretários e vereadores da região Alto Tapajós realizam reunião para tratar da atual situação do Hospital Regional de Alta Floresta
Publicado em: 06/06/2023 ás 15:51:00 Autor: Gabriele Zapelini

Na tarde dessa segunda-feira (05/06) foi realizada uma reunião acerca da atual situação do Hospital Regional de Alta Floresta, envolvendo gestores, secretários e vereadores dos municípios integrantes da região Alto Tapajós.

Participaram da reunião, como representantes do Município de Carlinda, a vereadora Joana Obuti e o vereador Claudemir Berion, além do Prefeito Fernando Oliveira, Secretária de Saúde Daiane Rosa, e medico e enfermeira plantonista. Como representantes do Estado de Mato Grosso, estiveram na reunião para acolher as pautas e dar esclarecimentos, equipe técnica da saúde estadual.

A região do Alto Tapajós, formada pelos municípios de Alta Floresta, Apiacás, Nova Monte Verde, Carlinda e Nova Bandeirantes, conta com o Hospital Regional Albert Sabin como centro de atendimento médico da região que demandam maior complexidade do que a disponível nos pronto atendimentos e hospitais municipais das cidades integrantes.

Diante do cenário da população crescente dessas cidades, é notório as dificuldades quanto aos atendimentos, devido a superlotação existente. O atual cenário foi debatido durante a reunião, sendo apresentado dados do crescente número de procura para o hospital.

Com isso, como medida do Governo do Estado de Mato Grosso, voltado a saúde, foi instaurado o sistema SISREG III, como um distribuidor de procedimentos ambulatoriais e internações hospitalares, destinado a busca por leitos em todo o estado, como um mecanismo de estadualização da saúde.

O tema também engloba a chamada “vaga zero”, entendida como a vaga de extrema urgência, observando o quadro grave de saúde do paciente, que é debatido entre médicos para criar um consenso se o enfermo utilizará a vaga zero. Para tanto, é utilizado de um formulário, com condições técnicas de saúde apontadas.

Em que pese os benefícios apontados pelas representantes da saúde do estado, os gestores e secretários municipais apontaram algumas ressalvas quanto o tema, como, por exemplo, a dificuldade logística em realizar o encaminhamento de pacientes fragilizados a outros municípios com disponibilidade de vagas, devido ao caso e a gravidade de cada situação.

Além disso, também foi deliberado a dificuldade de enquadramento quanto a vaga zero, para tratamento e acompanhamento médico no hospital regional de Alta Floresta, já que depende da deliberação entre médicos e a liberação do sistema, ressaltando a burocracia diante de um atendimento de urgência.

Diante dos contrapontos, as representantes de saúde do estado, se comprometeram em levar a pauta para discussão e busca por melhoras. A reunião havia previsão de continuação somente com os gestores para aprimoramento dos pontos a serem levados ao estado, tendo em vista os procedimentos administrativos necessários quanto ao caso.

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